Gente, que linda que está a Casa Cor este ano! Vale muito a pena ir, eu super recomendo!
Os pontos fracos são dois: a lotação (por isso procure fazer a visita em um horário mais inusitado), e o preço do estacionamento, R$ 25 (uma solução é deixar o carro no Shopping D&D e partir de uma das vans que levam gratuitamente e de uma em uma hora para o Jockey).
Vá com bastante tempo, pois há muito que se ver, já que neste ano a organização incluiu dois novos eventos: a CasaHotel e a CasaKids, por isso o passeio está bem mais longo.
Enfim, vou ter bastante assunto para comentar nos próximos posts, até porque levei minha super câmera e tirei fotos bens interessantes.
Mas vamos começar falando de algumas tendências que estão bem nítidas nesta edição:
1. Uso de materiais naturais (que eu adoro!): muita madeira, pedras de todos os tipos, muitos tecidos de fibras naturais (linho, seda, algodão), pisos e paredes revestidas com madeira de demolição, bambus, palhas, pisos de argila, cimento etc.;
2. Uso de iluminação indireta: por todo vãozinho que se vê na Casa Cor vaza uma luz aconchegante. Tem sanca com iluminação embutida, tem iluminação em baixo de bancadas, tem luz vazando por baixo dos degraus, luz vazando do cortineiro, luz saindo de nichos, estantes e paredes… A tendência mesmo é iluminar os ambientes sem mostrar as lâmpadas. E, principalmente, usar lâmpadas de baixo consumo (fluorescentes e leds);

3. Cores: beges, marrons, brancos, crus e cinzas, todos tons neutros e aconchegantes. Alguns poucos ambientes arriscaram o uso de cores mais fortes como o verde e o vermelho em um estilo mais retro;
4. Vegetação: há folhagens por todos os lados. Dentro de vasos, dentro de potes, em cachepos, em paredes, em áreas internas e externas (inclusive já andava pesquisando sobre decoração com folhagem, logo mais vcs terão um post bem bacana sobre o assunto);
5. Reciclagem e uso de materiais sustentáveis: o ambiente do arquiteto João Armentano, por exemplo, é uma tenda de estrutura metálica coberta com Ecojuta (lona de algodão que permite troca de calor com o ambiente). O arquiteto também faz uso de muitos móveis e objetos reaproveitados de forma supercriativa, como o gabinete da copa que foi pintado com listras de várias cores e que ficou lindo.
Já o ambiente do Dado Castelo Branco é um bangalô inteiro de madeira certificada. Está maravilhoso.


Na chocolateria, a arquiteta Cilene Monteiro Lupi fez uso uma raiz considerada praga e a combinou com madeiras de cruzetas nos bancos.
Para não me alongar muito hoje, vou parar por aqui. Mas queria pedir para os que tiveram diferentes impressões, deixe aqui um comentário. Adoro ter a oportunidade de rever um evento como este com outros olhos… E com certeza ainda volto na Casa Cor 2009 (até porque devo ter deixado muitos detalhes passados em branco)!
Um beijo grande!
Bianca
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